Opio
O ópio (do grego ópion, "suco de papoila",
pelo latim opiu) é um suco espesso que se extrai dos frutos imaturos (cápsulas)
de várias espécies de papoilas soníferas (gênero Papaver), e
que é utilizada como narcótico.
O uso do ópio mascado ou fumado, que se espalhou no Oriente, provoca euforia, seguida
de um sono onírico; o uso
repetido conduz ao hábito, à dependência química, e a seguir a uma decadência
física e intelectual, uma vez que é efetivamente um veneno estupefaciente. A medicina o utiliza, assim como os alcalóides que ele contém (morfina e papaverina),
como sonífero analgésico.
Em vários países subdesenvolvidos do mundo, muitas vezes a
falta de opções leva boa parte dos camponeses a trabalhar no cultivo de plantas
como a papoila, que está na base da produção industrial do ópio.
Caracteristicas gerais:
Mais conhecida como "papoila" é um suco resinoso, coagulado, o látex leitoso da planta dormideira, extraído
por incisão feita na cápsula da planta, depois da floração.
O ópio tem um cheiro típico, que é desagradável.
Manifesta-se, especialmente, com o calor. Seu sabor é amargo e um pouco acre,
sendo castanha a sua cor. Os principais alcalóides do ópio são: a morfina (10%), a codeína, a tebaína, a papaverina,
a narcotina e a narceína.
Consequências :
O número de viciados, no Brasil, é pequeno. Para se fumar o
ópio, utiliza-se um cachimbo especial, com uma haste de bambu e um fornilho de
barro, e os seus adeptos seguem um verdadeiro ritual. Pode ser utilizado ainda,
como comprimido, supositórios, etc. Causa, a longo prazo, irritabilidade
crescente e lenta deterioração intelectual, com declínio marcante dos hábitos
sociais.
Quanto aos aspectos físicos, os viciados ficam magros e com
cor amarela, diminuindo, ainda, sua resistência às infecções.
A crise de abstinência pode começar dentro de
aproximadamente, doze horas, apresentando-se de várias formas, indo desde
bocejos até diarréias, passando por rinorréia, lacrimação, suores, falta de
apetite, pele com arrepios, tremores, cãimbras
abdominais e insônia ou, ainda, inquietação e vômitos.
Os opiáceos determinam violenta dependência física e
psíquica, podendo-se dizer que a escravidão do viciado é total, deixando-o
totalmente inutilizado para si, para a família e para a sociedade, pois a droga
passa a agir quimicamente em seu corpo, de forma que a retirada brusca da droga
pode ocasionar até a morte.
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário